é a solidão que me invade trazendo dúvidas, medos, ansiedades e esperança
nunca é o fim de nada, mas sempre os recomeços
o desafio é enfrentar as horas que passam vazias, com pensamentos que chegam em avalanches e não deixam sossegar o coração e a alma
as dúvidas, essas carrego como pesados cintos de chumbo que me afundam no mar de insegurança e de lá só ouço a solidão
não tenho medo, sei que como a fenix ressurjo quando menos se espera
mas não queria enfrentar esse momento e sentir-me desnuda, desamparada, só e perdida
tenho tudo o que preciso, isso me dá forças, de nada posso reclamar, possuo as ferramentas
mas é aquele espaço entre o pensar e o tempo, que cura, revigora e faz sorrir que preciso
arrebatar-me novamente
esquecer o que ficou nas angústias de outrora
viver intensamente
morrer de amor
redescobrir paixões
um corpo ao lado do meu
apenas para sentir o calor
e sentir calma
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