a agressividade no meio da delicadeza
todos nós tentamos ser fortes por que assim a sociedade exige, mas somos fracos, feitos de pelo, carne, osso e sentimentos, somos finos e delicados
embora sejamos obrigados a assumir a dureza da insustentável leveza de ser
bombas relógio prontas e explodir
assim são nossos sentimentos
lindas imagens de pessoas felizes em porta retratos
mas a hora que a voz grita, gritamos ajuda, desespero, solidão, mesmo que a dois
os sós gritam a falta
os unidos gritam a solitude
quanta incogruencia
no fim gritamos insatisfacoes
sós ou acompanhandos, sentimo-nos sós
e esse é o aprendizado da humanindade,
aprender que a vida
independentemente de qualquer coisa
é aprender a ser feliz consigo mesmo
ou seja
ser so
porque depois
ate quando acompnhando
existe a solidao
amor amor amor
nao peça nada dele a nao ser sentir e viver seu próprio amor
e as pessoas acham ainda que amor é sentir de volta
somos egoístas, egocentricos, doentes pelo outro,
mas mal sabemos quem somos nós
a gente prefere buscar no outro o que nao queremos enxergar em nos mesmos
doenca
vivemos uma sociedade com cencas doentes de habitos e pensamentos e atitudes insanas
tenho pena dessa vida
e meu maior sofrimento e justamente viver essa vida
como queria transpassar essa pseudo realidade...
mas tudo sao barreiras de viver, tudo sao barreiras de sentir
somos uma sociedade que nem os melhores escritores poderiam imaginar, muito menos prever, nem ao menos descrever
sao absurdos de vidas tao vazias em uma superficialidade tao exibicionista, na qual o eu é só o que existe...
uma pena...
No comments:
Post a Comment