Wednesday, August 15, 2012

A epidemia do nao amor

E então o mundo acometeu-se de uma catastrofe
As pessoas tinham todos os sentidos e sentiam
A vida seguia como sempre foi
Todas as guerras, todas as doenças, todos os acontecimentos naturais
E aquela eterna sensaçao de que o fim do mundo estar por vir
Seja hoje, amanha ou daqui a cen anos
Estamos caminhando ao desgaste
E de todas as preocupacoes mundanas
De todos aqueles que vivem
E dormem e acordam
Sem saber ao bem certo porque
E trabalham, investem em estudos
E em suas carreiras
E agem corretamente
Porque o politicamente correto e quase uma religiao
Ou ate aqueles que acreditam
Que existe uma salvacao atraves de crencas
Estao todos vulneraveis a maior epidemia que ja acometeu a terra
Mais que tissunamis, cancer, aids
No seculo 21 o que nos acomete é a epidemia do nao-amor
E essa epidemia vem devastando toda uma sociedade urbana
Em todo o mundo
Silenciosamente
Sem que ninguem perceba
Ela esta tomando cidades
Adultos saudaveis
Nao a toa
Todos os estudos remetem a ansiedade
Seja depressao
Melancolia
Saudade
Ansiedade
A resposta esta na mesma questao
A epidemia do nao-amor invade as pessoas como tsunamis devastam cidades
E o que é o nao-amor
Essa epidemia aperece inaparente
Como diversoes pueris
Como momentos passageiros
Mas que ficam
Ninguem perdeu os sentidos
Sao todos ate muito agucados
A caca agora e outra
Como uma necessidade fisiologica
Uma necessidade basica
Homens e mulheres se procuram para preencher um vazio
Nao necessariamente nessa ordem
As ordens inclisive se misturam
E nao ha nada de errado com isso
Pelo contrario
O que esta errado e a epidemia do nao-amor
E o pior
Silenciosamente ela se alastra
Derrotando um por um os seres humanos na face da terra
E apesar de existirem diversos remedios que amenizem a dor
Alcool, cigarro, maconha, outras drogas ilicitas e as mais comuns tarja preta ou vermelha - essas para vc achar que é menos maluco ou doente
Porque hj tudo se acha remediado
Ou ao contrario
Tudo virou doenca

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