Sunday, May 12, 2013

A Epidemia do não-amor: em tempos de banda larga

E assim como a distância separa os corpos, não há banda larga que conforte os corações e faça durar um amor.
Romances de verão, sempre serão romances de verão, a espera de um por-do-sol, sempre a iminência do adeus!
Raro são dois corpos se cruzarem e uma mágica tão forte surgir...nesse momento parece que será para sempre.
Mas o adeus acontece, o tempo passa, a saudade desbota, assim como as fotos se acumulam.
O assunto acaba e de uma hora para outra, o que mais se deseja, torna-se aquilo do qual se quer fugir.
Uma realidade impossível...um sonho distante.
As vidas voltam as rotinas e mais um amor morre pela epidemia do não-amor, já que paciência é uma fraqueza, uma covardia.
Não ter controle do amanhã, do depois, do agora, torna-se força suficiente para que a magia morra.
E assim, mais um não-amor acontece, com pitadas de esperança de ainda exisitr uma cura, uma solução.
Tudo que está aos nossos olhos e ao nosso toque e mais fácil de acreditar, de viver, de respirar e não morrer por medo de não saber o que vem depois.

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